segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

VISÃO EM DEMOCRACIA E O ETNOCENTRISMO DO DITADOR ANGOLANO JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS SOBRE A NAÇÃO LUNDA TCHOKWE

VISÃO EM DEMOCRACIA E O ETNOCENTRISMO DO DITADOR ANGOLANO JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS SOBRE A NAÇÃO LUNDA TCHOKWE




A democracia consiste no facto de que, todas pessoas de todos estratos sociais têm a liberdade de se realizar e de projectar livremente as íntimas aspirações de cada um.



A democracia moderna é como uma imensidão do oceano na qual afluem os cursos de águas de diversas fontes do planeta terra, sem distinguir as origens, a composição e a natureza. Ela constitui um ponto de convergência dos valores divergentes, dos quais encontram o espaço de coexistência pacífica, de concórdia e de convivência sem excluir e sem ferir susceptibilidades de cada componente integrante.



A democracia é um fenómeno que está impregnado de normas e princípios fundamentais, sobre os quais repousam os valores sagrados que liberta o Homem dos factores negativos.



São os Valores que identificam e movem as Causas dos Povos, das Nações e dos Estados. A identidade e a lealdade política assentam nos valores sublimes que reflectem a justeza e a nobreza de uma Causa. A Nação Lunda Tchokwe é independente, nada tem a ver com a Província ultramarina Portuguesa de Angola.



Duvidas? Eis o desafio ao MPLA e o seu ditador o cidadão africano José Eduardo dos Santos, Cabeça de lista de seu Partido nas últimas eleições de 2012 e deputado a Assembleia Nacional de Angola, onde nunca chegou a tomar posse,  de forma aberta, público e transparente com a presença de Portugal, Bélgica, França, Alemanha, Reino Unido da Inglaterra e do Vaticano, da ONU, União Africana e da União Europeia, para o MPLA defender a pertença da Lunda Tchokwe a Angola.



É esta causa e esses valores sublimes que o Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe luta para os alcançar; a Democracia, o Progresso, a Justiça e Igualdade Social e Politica como direito legitima do povo Tchokwe, para além do seu direito histórico-natural e divino ou transcendental, o DEUS.



O etnocentrismo é uma atitude baseada na convicção de que o Povo a que pertence, com as suas crenças, tradições e valores, é um modelo a que tudo deve referir-se. No sentido mais lato, o etnocentrismo pode igualmente ser comparado com o tribalismo que MUITA GENTE tenta imputar ao Movimento do Protectorado que defende a AUTONOMIA DA NAÇÃO LUNDA TCHOKWE ou com o chauvinismo.



Este fenómeno, na era contemporânea, tem sido um dos factores principais de instabilidades sociopolíticas no seio das Comunidades – de diferentes Povos, sobretudo em África; a RDC, RCA e guisas o médio Oriente com o estado Islâmico ou BOKO HARAM na Nigéria ou na Ucrânia.



O etnocentrismo é um fenómeno muito sensível e prejudicial à qualquer Sociedade onde ele se manifestar ou onde seus dirigentes tentam a todo custo implantar este tipo de atitudes, valorizando um grupo de uma etnia em relação as outras, tendências que em Angola podem ser perigosos, pois o ditador tenta a todo o custo implantar o etnocentrismo, e pensa que por essa via ira conquistar os seus desejos; os de criar uma “MONARQUIA ABSOLUTO” com a conivência da ONU.



Em África, isso torna-se mais crítico. Pois, os nossos Estados actuais emergiram, de forma arbitrária, da junção de diversas Nações soberanas numa Jurisdição de um determinado Poder Colonial, o fraco de Portugal que não seguiu seguir o exemplo da Espanha na América Latina. Por causa da sua fraqueza Portugal perdeu respeito no mundo Africano.



O processo da construção de um Estado/Nação, na configuração actual, deve obedecer ao princípio do gradualismo, e contar com todas as forças vivas no terreno. Passando por várias etapas da consciencialização, da integração, da harmonização e da consolidação da identidade nacional de todos os Povos integrantes.



Para Angola, esses povos integrantes; são o Bacongo, o Lunda Tchokwe, o Ndongo, o Kwanhama ou reino de Benguela ou Bailundo.



Não se trata de um processo meramente mecânico como o MPLA tem feito entender na sua teorização, segundo a qual Angola é: “Um só Povo; Uma só Nação”, esquecendo-se que esta junção de vários povos e reinos, varias culturas e costumes, ao lhes aplicar esta máxima ofende e desarticula a essência de juntos vivermos em harmonia, o que pode provocar a breve trecho problemas intestinais de difícil solução.



Angola não é um só povo; Bacongo, não é Quimbundo, Kuanhama, não Tchokwe nem é Bailundo, logo a teoria colonizadora do ditador José Eduardo dos Santos/MPLA confundiu a opinião dos menos esclarecidos nacionais da Nação Ibinda, Nação Ndongo, Nação Tchokwe, Nação Kuanhama e Nação Benguela.



Na verdade, Angola é vários povos, e varias Nações, que não são obrigadas a viver o jugo colonial do ditador JES/MPLA, que não estão mais dispostas a serem saqueadas pelos novos colonos africanos.



A Lunda Tchokwe é uma Nação Independente, reconhecida pelas potencias que estiveram na conferencia de Berlim 1884-1885, usurpada pelo MPLA desde 1975…temos o direito de lutar até a nossa liberdade, e formarmos o nosso próprio Governo, o governo dos filhos Ambuelas, Luimbis, Nganguelas, Mbundas, Luchazes, Dembos, Tchokwes, Lundas, Bangalas etc.. Que é o mosaico etnolinguístico secular dos povos da Nação Tchokwe.



O Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe rejeita qualquer discriminação e preconceito por quaisquer razões.



Empenha-se pela superação das desigualdades sociais e pela afirmação plena das oportunidades iguais para todos. Reafirma a validade da Declaração Universal dos Direitos Humanos, defendendo resoluções pacíficas para conflitos mundiais, a autodeterminação dos povos junto da ONU e de outros fóruns e instituições internacionais.



Como humanos estamos dispostos a sacrificar até a nossa própria vida, como na Palestina, no Sahara, na Bolívia, em Cuba de Castro, Mongólia, Sudão, Cabinda, Correia do Sul ou outra latitude universal.




QUEREMOS A NOSSA LIBERDADE!..TRADUZIDA EM AUTONOMIA, não queremos estatutos especiais!




Entrevista de Zecamutchima a Radio Angola sem fronteiras




http://www.blogtalkradio.com/radioangola/2014/10/17/entrevista-com-o-presidente-do-movimento-do-protectorado-eng-zecamutchima

CIDADÃO NACIONAL LUNDA TCHOKWE É ASSASSINATO E A POLICIA NO CAFUNFO DIZ QUE MALOGRADO MORREU PORQUE ERA DOENTE

CIDADÃO NACIONAL LUNDA TCHOKWE É ASSASSINATO E A POLICIA NO CAFUNFO DIZ QUE MALOGRADO MORREU PORQUE ERA DOENTE





Luciano Nelson Luciano, foi encontrado este domingo de 19 de Outubro, sem vida com fortes sinais de torturas e posto no saco de plástico, estendido na rua principal do Comptuario do cidadão estrangeiro RABIE em Cafunfo.



O malogrado tinha 18 anos de idade, filho de Nelson Luciano e de Filomena José, ambos naturais do Município de Cuilo, são residente no Cafunfo há muitos anos.



O pai do malogrado, informou aos órgãos de ordem e segurança, para imediatamente procederem com investigações sobre mais um assassinato, ao que a Policia respondeu, que ele era um doente e tinha mesmo que morrer.



Como qualquer pai, neste mundo, deve proteger o que seu, reclamou diante dos agentes de investigação da DPIC Lunda-Norte, o que lhe valeu chapadas e pontapés e ainda ameaçado para cadeia se continuasse a exigir averiguações dos autores materiais da ocorrência.



Presume-se que o malogrado terá sido vítima de assassinato por parte dos Agentes da Policia de Cafunfo, isso explica o comportamento desumano destes cidadãos ao serviço do ditador Angolano José Eduardo dos Santos.



A família inconsolado tenta aperceber-se do comportamento dos agentes da polícia que no lugar do filho morto, ainda recebe chapadas e pontapés da parte dos órgãos do estado angolano, quem devia ser o principal interessado para esclarecer este tipo de actos bárbaros.



Quem matou o malogrado e o colocou no saco? Um doente morre com sinais de torturas e ainda ele, cadáver enfia-se num saco em plena rua? Milagres do século XXI…



Portugueses sempre respeitaram a dignidade do povo Lunda Tchokwe, porque somos tratados com indiferença pelos nossos irmãos Angolanos, na qualidade de ambos sermos Africanos?..




domingo, 19 de Outubro de 2014

Rádio Angola: Entrevistou presidente do Protectorado Lunda Tchokwe

Rádio Angola: Entrevistou presidente do Protectorado Lunda Tchokwe



A Rádio Angola teve o privilégio de entrevistar o Presidente do Movimento do Protectorado Eng.º Zecamutchima-Lunda Tchokwe.Entrevista conduzida por Serafim de Oliveir O nosso interlocutor partilha connosco as suas experiências como o movimento luta pela autonomia através de uma campanha nacional e internacioal. 



Zecamutchima fala também de graves violações de direitos humanos nas Lundas e acusa as autoridades angolanas e as empresas privadas de segurança ao serviço das companhias diamantíferas de promover um "terrorismo de estado."



Clique no link para ouvir a entrevista: http://www.blogtalkradio.com/…/entrevista-com-o-presidente-…



Os nossos ouvitem podem também participar em directo no programa via Skype ou telefonar para 011(914) 338-0378 escolhendo a opção 1. As perguntas e sugestões podem ser enviadas para info@friendsofangola.org.




A Rádio Angola – uma rádio sem fronteiras – é um dos projectos da Friends of Angola.

quinta-feira, 16 de Outubro de 2014

AUTORIDADE DO PODER TRADICIONAL LUNDA TCHOKWE REIVINDICA AUTONOMIA

AUTORIDADE DO PODER TRADICIONAL LUNDA TCHOKWE REIVINDICA AUTONOMIA



Vice-presidente do Movimento do Protectorado das Lundas diz que o problema em Angola não é só Cabinda.



O Movimento do Protectorado das Lundas insiste em reivindicar autonomia para a região. O soba e vice-presidente do movimento Mário Katapi diz que esta é a única maneira para libertar os Lundas do sofrimento em que se encontram mergulhados.



AUTONOMIA PARA AS LUNDAS



Katapi, falando  à VOA,  lançou dois desafios aos dois maiores partidos políticos do país: a autoridade tradicional das Lundas reivindica uma autonomia para os povos Lundas.



"É sabido que a nível de África um dos maiores impérios é a Lunda e é esse império que o Movimento do Protectorado está a reivindicar, não é uma coisa nova, o regime nos vê como inimigos mas nós só estamos a defender um direito nosso, a autonomia do povo Lunda", defende Katapi.



A autonomia é para o Movimento a única via para resolução dos problemas da região.



"Aqui nas Lundas não existem escolas, as que existem não têm professores, não existem hospitais, os que existem estão sem medicamentos, muitas coisas de que a região Lunda padece", diz Mário Katapi.



Para o maior partido na oposição a Unita, o soba avisa que nem só de problemas de Cabinda vive Angola. "A própria direcção da Unita só defende Cabinda, os deputados da UNITA só defendem os problemas de Cabinda, eles se esquecem os problemas do dia-a-dia que o povo Lunda sofre".



Da Unita, não tardou uma reacção do presidente do seu grupo parlamentar Raul Danda. "A Unita está com o povo Lunda e as  suas aspirações, este povo que é perseguido e sofre só porque reclama alguma autonomia".




Por parte do MPLA não conseguimos obter nenhuma reacção.


quarta-feira, 15 de Outubro de 2014

UM RELATÓRIO COM MAIS DE 200 VITIMAS MORTAIS, ASSASSINADOS IMPUNEMENTE NOS ULTIMOS 5 ANOS NA LUNDA TCHOKWE SERÁ ENTREGUE AO GOVERNO ANGOLANO






Uma parte de um relatório com mais de 200 vitimas mortais, assassinados nos últimos 5 anos na Lunda Tchokwe, cujo autores materiais bem identificados, mas que estão impunes, será entregue na próxima semana a 10ª Comissão da Assembleia Nacional e ao Ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Drº Rui Jorge Carneiro Mangueira.



O presente relatório surge na sequência da Carta que no passado mês de Agosto, o Movimento do Protectorado endereçou ao Governo Angolano e a Assembleia Nacional, sugerindo a criação de uma “Comissão multidisciplinar para a investigação dos assassinatos impunes ocorridos nos últimos 5 anos no território Lunda Tchokwe”.



Nesta conformidade, o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, em resposta, orientou os órgãos competentes para análise e parecer, emitindo dois ofícios N.º 3427/GMJDH/2014 e o N.º 3727/GMJDH/2014 de 13 e 27 de Agosto respectivamente.



Para o efeito, o relatório em causa vai ajudar os órgãos do Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos a compreender a dimensão criminosa do porque se deve urgentemente criar as condições de localização dos autores materiais, e a tomada de medidas pertinentes de acordo com a lei penal.



Sabe-se que estes autores materiais, bem identificados, na sua maioria são agentes da Policia Nacional, elementos das Forças Armadas, Policia de guarda fronteira e agentes de empresas de segurança privadas, pertencentes a GENERAIS ANGOLANOS, na região do Cuango, Cafunfo e Loremo, onde a maior parte dos actos aqui narrados tiveram lugar.



Este relatório será distribuído também para o Alto Comissariado da ONU dos Direitos Humanos em cuja conferência de Monitorização de Angola terá lugar dia 29 de Outubro de 2014 em Genebra, Suíça.



O relatório será publicado online para o conhecimento público e na impressa escrita angolana.



O Núcleo de Estudo da Violência do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, através do Secretariado dos Direitos Fundamentais e Humanos, esta a investigar mais de 1000 casos; as dificuldades prendem-se, sobretudo na identificação destas vítimas, seus verdadeiros nomes, origens ou nacionalidades, tratando-se de uma região com presença de gente de diferentes países e províncias de Angola.



A luta do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, é o “Diálogo” com as autoridades de Luanda para uma Autonomia efectiva sem ambiguidades da Nação Lunda Tchokwe, neste capítulo, há um amplo programa de acções desde o politico ao diplomático com vista ao alcance do objectivo, porque milhões de filhos Tchokwe esta empenhada.




SECRETARIADO EXECUTIVO NACIONAL DO
MOVIMENTO DO PROTECTORADO

LUNDA TCHOKWE

ANGOLANO NO REINO UNIDO REPRESENTA UNIVERSIDADE NUMA CONFERENCIA INTERNACIONAL SOBRE KIMBERLITES

ANGOLANO NO REINO UNIDO REPRESENTA UNIVERSIDADE NUMA CONFERENCIA INTERNACIONAL SOBRE KIMBERLITES




 Mubuabua Yambissa (foto), encontra-se a fazer o doutoramento (PhD), no Reino Unido (UK), foi recentemente seleccionado pela direcção da Universidade, para representar a sua instituição numa conferência internacional, sobre os Kimberlites e componentes relacionados, que teve lugar entre os dias 29 de Setembro a 02 de Outubro, 2014 na Antalya-Turquia.



Perante vários cientistas, professores, doutores e outros academicos provenientes  de varias Universidade do Mundo tal como USA, CANADA, RUSSIA, AUTRALIA, CHINA, UCRANIA, BRAZIL,TURQUIA e outros paises presente,   Mubuabua Yambissa  explicou a razao das suas pesquisas scientificas   perante audiencia e tambem informou claramente sobre os processos  de formação geologico dos kimberlites Angolanos e a causa da variação de quantidade e qualidade de diamantes que se encontram na região do territorio Lunda Tchokwe em Angola.




Mubuabua Yambissa é natural da Lunda-Norte, e é o representantes oficial  na Europa do Movimento que reivindica uma Autonomia efectiva das Lunda (movimento do Protectorado da Lunda/Tchokwe).



Durante a sua visita na conferencia internacional, Yambissa também aproveitou a oportunidade para explicar  aos praticipantes em detalhes as causas fundamentais que leva o seu movimento em busca de dialogo com o Governo de Angola para uma efectiva  Autonomia da Lunda tchokwe territorio a Leste de Angola.



Yambissa, salientou na conferencia internacional, na Turquia, que apesar da maioria dos nossos diamantes  serem explorado pelos Russos, mas até agora não existe uma explicação solida, geologica e cientifica, dos factores principais  que  originou a grande variação de quantidade, qualidade e distribuição de diamantes no territorio da Lunda Tchokwe em Angola.



Yambissa encontra-se na fase final do seu doutoramento,  especializando se em kimberlites e diamantes, uma contribuição cientifica  na discoberta  dos problemas e processos  geologicos  associados com os diamantes e kimberlites Angolanos.





Para lém de fazer PhD, Yambisa tem 2 mestrados (MSc, MBA) e uma licenciatura (BSc), todos em differentes Universidades do Reino Unido (UK). 


terça-feira, 14 de Outubro de 2014

FLEC MAIS DIVIDIDO - ANNY DA SILVA KITEMBO VICE-PRESIDENTE, DIZ NÃO VAI MAIS FAZER GUERRA E CONDENA OS EXILADOS DIRIGENTES CABINDAS

FLEC MAIS DIVIDIDO - ANNY DA SILVA KITEMBO VICE-PRESIDENTE, DIZ NÃO VAI MAIS FAZER GUERRA E CONDENA OS EXILADOS DIRIGENTES CABINDAS


Bruxelas - NOTA DE IMPRENSA N°007 / VP-FLEC / 2014:  Através desta nota de imprensa o Gabinete do Vice Presidente da FLEC, leva ao conhecimento do povo de Cabinda e à comunidade internacional o que segue:


Fonte: FLEC



Depois de Quarenta anos de luta armada e de tanto sacrifício do sangue dos nossos compatriotas mortos pela a defesa das aspirações legitimas do povo de Cabinda, cujo o resultado continua a nos trazer destruição de aldeias, famílias, falta de educação, pobreza extrema, exílio etc. ...


Eu Anny António da Silva Kitembo, na qualidade de vice-Presidente eleito da FLEC segundo as disposições estatutárias que regem a Frente de Libertação do Estado de Cabinda, a afirmo aqui perante vocês , povo mártir de Cabinda o seguinte.


1 - O tão desejado dialogo Inter Cabinda, o combate do respeito dos direitos humanos e a consolidação da paz em Cabinda que todos queremos contribuir, é um conjunto de problemas graves e sério que já não pode ser feito remotamente, longe das pessoas que supostamente representam-nos, longe das realidades no  terreno e com armas na mão.


2 - Razão pela qual, ao nosso pedido junto das autoridades angolanas de nos dar a oportunidade de se reunir com nossos irmãos do FCD, foi aceite e aprovado pelo Chefe do Estado Sua Excelência Presidente José Eduardo dos Santos que , pelo seu espírito de abertura autorizou o contacto com o encontro de Brazzaville , através uma directiva interna enviada ao Presidente do o Fórum Cabindes para o Dialogo ( cujo copia em anexo), onde fomos afirmar o nosso compromisso com o dialogo em detrimento da violência armada.



Se a FNLA e a UNITA que num passado recente eram grandes movimentos de lutas de libertação como nos, se comprometeram a de baixar as armas e virar as costas para a guerra para defender democraticamente as suas ideias, por que razão, nos a FLEC não podemos fazer o mesmo e tornar mais digno e credível a forma de defender as nossas reivindicações?



E com esses termos que declaro através desta nota de imprensa para o vosso conhecimento que a suposta reunião de família que teve lugar em Paris, de quatro membros de uma família não pode decidir sobre a exclusão de qualquer membro da FLEC em sua ausência, no momento que estamos a falar da necessidade da união e coesão no seio da FLEC, pensar e agir diferente nunca foi crime nem acto de traição, CHEGA DE MENTIRAS E MANIPULACAO NO SEIO DO POVO.



Digo e repito que doravante, nenhum líder Cabinda, independentemente de sua posição tem direito de mandar ou instruir os filho e filhas de Cabinda a pegar em armas e ir morrer na floresta ou viver nos campos de refugiados, sob o pretexto de defender Cabinda, enquanto eles e suas famílias vivem longe beneficiando do Estatutos e tudo tipo de apoio a custo do sangue de Cabindas.



A direcção política da FLEC, menos os quatro membros da única família, decidimos dar a credibilidade e dignidade a nossa luta, junto do povo e em Cabinda, de trabalhar num quadro e estrutura responsável reconhecido pelo governo e pela comunidade internacional, o Fórum Cabindes pelo Dialogo , estrutura que o FLEC-FAC é cofundador...


SEPARATISMO OU TRIBALISMO?


A FLEC que em 1963 era uma representação das três famílias políticas de Cabinda, MLEC, CAUNC e ALIAMA não pode hoje se tornar num sucursal familiar que decide tudo e por todos. BASTA DE SEPARATISMO.


Juntos com o Estado Maior General, soldados, combatentes quadros e intelectuais Cabindas e outras personalidades amantes da Paz e justiça, vamos continuar as iniciativas de Brazzaville com o FCD para a Consolidação da PAZ em Cabinda sob a legítima sob a responsabilidade da instituição do Estado e do governo de Angola, de acordo com as recomendações da comunidade internacional e da União Europeia, em particular …



Responsabilidade, credibilidade e maturidade política obriga.

Feito em Bruxelas, em sábado, Outubro 11, 2014

Anny Antonio da Silva Kitembo

Vice-presidente da FLEC

Coordenador do pensamento político do grupo e Moderador do novo projecto


LUNDA –SUL: JOVENS DIZEM QUE SÓ MILITANTES DO MPLA CONSEGUEM EMPREGO

LUNDA –SUL: JOVENS DIZEM QUE SÓ MILITANTES DO MPLA CONSEGUEM EMPREGO



É muito difícil conseguir um emprego na província da Lunda Sul se não se tiver filiação no partido no poder. A afirmação é de jovens na Lunda da Sul que vêem no garimpo artesanal de diamantes a única forma de  sobrevivência.


"Não temos oportunidades de emprego e quando aparece vaga é para os seus filhos, sobrinhos e netos", desabafa um dos jovens ouvidos pela VOA.


Outra alternativa de sobrevivência é o mercado informal diz outro jovem.: "Muita juventude: meninas e rapazes e até mais velhos estão no mercado informal".



Quando se tenta conseguir um emprego no Estado, o cartão de militante do partido dos camaradas é um dos requisitos exigidos.


"Emprego só com cartão de membro do MPLA, se for da Unita não, da FNLA e PRS também não é admitido, nem os que não tem partido conseguem emprego", denuncia um dos entrevistados.


Outro dos interlocutores disse que durante os períodos eleitorais surgem muitas promessas de emprego e o "Governo aproveita para fazer propaganda mas quando passa as eleições a situação mantém-se na mesma".


Nem a mina de Catoca  não absorve os habitantes da zona, diz outro morador da capital da Lunda Sul.


"Se fores a Catoca, que é a quarta maior mina de diamantes do mundo, os cidadãos que vivem nos arredores não têm acesso à mina, nenhum cidadão do bairro trabalha na mina", denúncia.


Os jovens dizem que ou trabalham na minha ou ficam no desemprego.


Voanews



segunda-feira, 13 de Outubro de 2014

FOI ENTREGUE EM NOVA YORK CARTA AO SECRETARIO GERAL DA ONU DA PRESIDÊNCIA DO MOVIMENTO DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE

FOI ENTREGUE EM NOVA YORK CARTA AO SECRETARIO GERAL DA ONU DA PRESIDÊNCIA DO MOVIMENTO DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE



New York – 11/10, uma carta da Presidência do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, fez entrada no Gabinete do Secretario Geral da ONU, Drº Ban ki-Moon em Nova York, Estados Unidos de América, esta é a terceira vez que o Movimento escreve para aquela Instancia das Nações Unidas.



O teor desta carta, segundo as nossas fontes, tem a ver com a solicitação de apoio da Comunidade Internacional para exercerem suas influências sobre o Presidente Angolano José Eduardo dos Santos a promover o “Dialogo”, pacifico com a Nação Lunda Tchokwe a sua Autonomia.



Aquando da passagem do Secretario de Estado Americano, John Kerry no primeiro semestre do corrente, por Angola, este foi portador de uma carta para o Presidente Barack Obama do Movimento do Protectorado, onde se pedia da Comunidade Internacional em particular os chefes de estados e de governos Africanos á conferencia Afro-Americano de Washington em Agosto passado, que abordassem a “Questão da Lunda Tchokwe”, com o estadista Angolano, que não se fez presente no acto daquela conferência.



O mundo hoje assiste impávidos os conflitos onde era impensável; Ucrânia, Síria, Iraq, RCA, RDC, Gaza, Estado Islâmico, tudo porque, os instrumentos da cultura de PAZ emanados pela Comunidade Internacional, simplesmente suas regras convivem na conivência dos fabricantes de armas, pelos interesses económicos e o controlo das riquezas mundiais pelos chamados multinacionais, pertenças a esta comunidade internacional em torno das Nações Unidas e seus organismos.



A ONU que defende a resolução de conflitos por via pacifico e pelo diálogo, tem agora o “DOSSIER LUNDA TCHOKWE” em sua posse, um processo pacífico em que a Comunidade Internacional é chamado a dar provas de que é capaz de fazer sentar a mesa partes conflituantes sem que haja violência armada.



A “Questão Lunda Tchokwe”, é um grande desafio para o SG da ONU, senhor Ban ki-Moon e a Comunidade Internacional; Estados Unidos de América, Reino Unido da Inglaterra, França, Alemanha, Rússia, China, Japão e os países Africanos que no quotidiano fazem apelos a resoluções pacificas e exigem o dialogo na “Conferencia dos Grandes Lagos” de que é José Eduardo dos Santos o Presidente em Exercício, onde terá despachado mais de 2000 soldados Angolanos a envolverem-se em conflitos alheios, tudo por falta da capacidade de dialogo.



Uma fonte Diplomática ocidental baseada em Luanda, que pediu anonimato, disse que a “Questão da Autonomia da Lunda Tchokwe”, tem muito a ver com os interesses económicos de grandes Monopólios internacionais sobre esta região e as desconfianças do Presidente José Eduardo dos Santos, de perder o peso de sua influência na tomada de decisões em termos de grandes investimos, o que poderia reduzir a sua influência no contexto das imposições que faz sobre vários líderes africanos.



A mesma fonte diplomática ocidental, reconhece que é necessária a AUTONOMIA da Lunda Tchokwe, para o bem da alternância política de Angola, o fim do poder monolítico ditatorial em Africa, o fim da violação aos direitos humanos, para além de que as autonomias aceleram mais o desenvolvimento.



E há um outro aspecto importante: os parceiros estrangeiros, grandes grupos económicos, que fizeram investimentos ou absorveram investimentos no solo LUNDA TCHOKWE, os grupos muito poderosos de forças económicas e políticas, a nível interno que aconselham o Presidente José Eduardo dos Santos a não promover o diálogo sobre a autonomia, já não tanto porque acreditam nas suas políticas, mas como forma de preservarem os seus negócios, os seus próprios interesses. Ele agora passa a ser refém dos interesses externos e daqueles que o rodeiam.



Se na Lunda Tchokwe haver guerra e violência descontrolada, José Eduardo dos Santos, será sacrificado por aqueles que hoje o aconselham a não promover o “Dialogo” sobre Autonomia, enquanto ele defende os caprichos de interesses económicos destes grupos.



Finalmente, os representantes da Missão Externa do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe a nível da Europa, fará entregue de cartas idênticas aos Governos dos estados Unidos de América, Reino Unido, Portugal, França, Bélgica, Alemanha, Rússia, China e o Vaticano com os mesmos objectivos.



Ao senhor Presidente José Eduardo dos Santos, cada crise tem os seus próprios desafios. Porque todo o mundo o aponta como único intransigente nos processos políticos internos? Como o único que, nem o seu próprio partido escuta? Como o único que, interferem em tudo e todos?



Mobuto Sese Seko, Jean-Bédel Bokassa, Idi Amin Dada, Mengistu Haile Mariam, Kamuzu Banda, Muamar Kadafi entre vários, foram testas de ferro e de ditaduras sangrentas em Africa, o fim deles foi o que todos nós conhecemos, viver os erros do passado para corrigir o nosso presente…